O século XXI nasceu com a promessa de ser o “século das tecnologias”, dos mais incríveis avanços e criações. Seguindo tal linha evolutiva, os diversos suportes midiáticos também não ficaram de fora desta realidade.
O surgimento de novas formas de expressão/comunicação sempre esteve atrelado às suposições de defasagem de seus antecessores. Atualmente, a polêmica recai sobre os dispositivos que utilizam a plataforma digital, mas já é fato consumado que ao invés de sucumbirem ante esta nova e poderosa rede de integração, os dispositivos tradicionais encontraram espaço e se reformularam através da adaptação e convergência multimidiática.
Assim ocorreu com o rádio, que derrubou fronteiras e, através da web, se tornou uma mídia de abrangência mundial. É importante frisar que, em instância primária, o rádio caracteriza-se como um meio local, e portanto este fenômeno acarretou em mudanças em sua estrutura, linguagem, e até mesmo função social.
Ainda que o rádio analógico esteja presente na sociedade de forma numerosa e significativa, o conteúdo transmitido pelas ondas sonoras há muito vem perdendo seu caráter local. A padronização imposta pelas grandes redes de comunicação acarretou num afastamento da realidade do emissor e do receptor.
Sendo assim, num momento em que o conceito de rádio tornou-se tão evasivo e insuficiente para abarcar de forma satisfatória todas as suas competências, como medir ou avaliar a força que exerce sobre a audiência?
A resposta encontra-se no conteúdo jornalístico. A proximidade do radialista, da própria emissora, com os interesses de seu ouvinte revela-se na cobertura jornalística dos acontecimentos locais. É este, também, o trunfo das pequenas emissoras para não sucumbirem à constante ameaça de se submeterem às grandes corporações.
O poder da palavra falada como discurso de verdade e relato fiel da realidade, é observado desde a época de ouro do rádio, quando programas como Repórter Esso e A Hora Do Brasil tinham uma credibilidade exacerbada ao ponto de influenciarem o pensamento e raciocínio de sua audiência.
Embora nos tempos atuais esta força de verdade tenha migrado para a televisão e outras mídias, no âmbito local o rádio é mais presente, mais incisivo nos assuntos que interessam a uma população específica, e como tal, seu discurso ganha potência.
A função exercida pelo rádio pode ser também concretizada por outras mídias, pois a reprodução da estrutura radiofônica é possível em diversos suportes. Com efeito, o radiojornalismo transformou-se, então, num elemento de diferenciação e valorização deste meio, pois ainda que a revolução tecnológica represente um adicional de informações que complementam a mensagem sonora, o rádio ainda é o meio que melhor consegue atingir e penetrar a residência de cada ouvinte para – quase num discurso interpessoal – informar e entreter.
O surgimento de novas formas de expressão/comunicação sempre esteve atrelado às suposições de defasagem de seus antecessores. Atualmente, a polêmica recai sobre os dispositivos que utilizam a plataforma digital, mas já é fato consumado que ao invés de sucumbirem ante esta nova e poderosa rede de integração, os dispositivos tradicionais encontraram espaço e se reformularam através da adaptação e convergência multimidiática.
Assim ocorreu com o rádio, que derrubou fronteiras e, através da web, se tornou uma mídia de abrangência mundial. É importante frisar que, em instância primária, o rádio caracteriza-se como um meio local, e portanto este fenômeno acarretou em mudanças em sua estrutura, linguagem, e até mesmo função social.
Ainda que o rádio analógico esteja presente na sociedade de forma numerosa e significativa, o conteúdo transmitido pelas ondas sonoras há muito vem perdendo seu caráter local. A padronização imposta pelas grandes redes de comunicação acarretou num afastamento da realidade do emissor e do receptor.
Sendo assim, num momento em que o conceito de rádio tornou-se tão evasivo e insuficiente para abarcar de forma satisfatória todas as suas competências, como medir ou avaliar a força que exerce sobre a audiência?
A resposta encontra-se no conteúdo jornalístico. A proximidade do radialista, da própria emissora, com os interesses de seu ouvinte revela-se na cobertura jornalística dos acontecimentos locais. É este, também, o trunfo das pequenas emissoras para não sucumbirem à constante ameaça de se submeterem às grandes corporações.
O poder da palavra falada como discurso de verdade e relato fiel da realidade, é observado desde a época de ouro do rádio, quando programas como Repórter Esso e A Hora Do Brasil tinham uma credibilidade exacerbada ao ponto de influenciarem o pensamento e raciocínio de sua audiência.
Embora nos tempos atuais esta força de verdade tenha migrado para a televisão e outras mídias, no âmbito local o rádio é mais presente, mais incisivo nos assuntos que interessam a uma população específica, e como tal, seu discurso ganha potência.
A função exercida pelo rádio pode ser também concretizada por outras mídias, pois a reprodução da estrutura radiofônica é possível em diversos suportes. Com efeito, o radiojornalismo transformou-se, então, num elemento de diferenciação e valorização deste meio, pois ainda que a revolução tecnológica represente um adicional de informações que complementam a mensagem sonora, o rádio ainda é o meio que melhor consegue atingir e penetrar a residência de cada ouvinte para – quase num discurso interpessoal – informar e entreter.
0 comentários:
Postar um comentário