Desde os primórdios o jornalismo está presente nas rádios, participando de todos os momentos sociais. Considerado natural na rádio AM e “forçado” na FM. Inexperiente no começo, pois liam notícias dos jornais impressos, não fazia comentários, faltava elaboração. Apesar disso, o radiojornalismo sempre foi/é um ótimo instrumento para mobilização popular, é uma arma estratégica. Já foi considerado como um meio de caráter apenas informativo e seu alcance, tecnicamente falando, era restrito.
Hoje, percebemos que a objetividade, agilidade, instantaneidade, pontualidade e ritmo na fala estão presentes no radiojornalismo. Enriquecido com a necessidade de informar os acontecimentos que estão acontecendo, com o aperfeiçoamento tecnológico e a possibilidade de alcançar o mundo. Sem contar na multiplicidade das formas da informação (debates, entrevistas, notas, boletins, etc.). Todos esses fatores influenciaram na otimização do radiojornalismo de tal forma, que o auge se encontra no radiojornalismo da web, além da proposta do digital.
Esse radiojornalismo da contemporaneidade é marcado pela especialização das emissoras, a segmentação de públicos e a melhora na qualidade sonora. Sem contar que, na web, podemos ouvir as notícias quando queremos. Junto dessas possibilidades, surge a tecnologia do radio digital que promete transformar o radiojornalismo que conhecemos, com os serviços de dados adicionais ao áudio, com imagem e texto. Muita coisa vai mudar com essa nova tecnologia e como diz Ortrieano, o jornalista não vai ser um produtor apenas de informação sonora, vai formatar textos e imagens e o ouvinte poderá ter informação mais completa. Palácios (2003) até complementa esse novo momento do radiojornalismo dizendo que:
“Este é um momento na historia do Jornalismo em que a disseminação das aplicações digitais e a generalização da comunicação mediada por computador produzem potencializações de uma tal ordem de grandeza que até mesmo as continuidades mais se assemelham de rupturas”.
Percebemos assim, que o radiojornalismo contemporâneo está sempre em processo de evolução e segue como tipo de conhecimento essencial para a organização das sociedades complexas. Além disso, o gênero jornalístico tem uma grande marca da intertextualidade e domínio sobre a definição dos limites da atualidade. Em suma, a única coisa que faz mais falta no radiojornalismo e em outros programas é a interatividade, a possibilidade de enviar e de receber, fazendo dos ouvintes grandes aliados neste meio.
Hoje, percebemos que a objetividade, agilidade, instantaneidade, pontualidade e ritmo na fala estão presentes no radiojornalismo. Enriquecido com a necessidade de informar os acontecimentos que estão acontecendo, com o aperfeiçoamento tecnológico e a possibilidade de alcançar o mundo. Sem contar na multiplicidade das formas da informação (debates, entrevistas, notas, boletins, etc.). Todos esses fatores influenciaram na otimização do radiojornalismo de tal forma, que o auge se encontra no radiojornalismo da web, além da proposta do digital.
Esse radiojornalismo da contemporaneidade é marcado pela especialização das emissoras, a segmentação de públicos e a melhora na qualidade sonora. Sem contar que, na web, podemos ouvir as notícias quando queremos. Junto dessas possibilidades, surge a tecnologia do radio digital que promete transformar o radiojornalismo que conhecemos, com os serviços de dados adicionais ao áudio, com imagem e texto. Muita coisa vai mudar com essa nova tecnologia e como diz Ortrieano, o jornalista não vai ser um produtor apenas de informação sonora, vai formatar textos e imagens e o ouvinte poderá ter informação mais completa. Palácios (2003) até complementa esse novo momento do radiojornalismo dizendo que:
“Este é um momento na historia do Jornalismo em que a disseminação das aplicações digitais e a generalização da comunicação mediada por computador produzem potencializações de uma tal ordem de grandeza que até mesmo as continuidades mais se assemelham de rupturas”.
Percebemos assim, que o radiojornalismo contemporâneo está sempre em processo de evolução e segue como tipo de conhecimento essencial para a organização das sociedades complexas. Além disso, o gênero jornalístico tem uma grande marca da intertextualidade e domínio sobre a definição dos limites da atualidade. Em suma, a única coisa que faz mais falta no radiojornalismo e em outros programas é a interatividade, a possibilidade de enviar e de receber, fazendo dos ouvintes grandes aliados neste meio.
0 comentários:
Postar um comentário