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radiojornalismo na sociedade contemporânea-gabriela maia

Radiojornalismo na sociedade contemporânea.
A força atemporal do rádio

O jornalismo é atemporal e sempre esteve inerente ao rádio. Os avanços tecnológicos amedrontaram em parte a força do rádio nesse aspecto, mas é notório que a ausência imagética estimula a imaginação e não deixa de ter qualidade. O jornal na TV se fixou, mas com a web rádio, foi possível que o radiojornalismo crescesse junto nessa turbulência tecnológica e esse fluxo grande de informações. Importante frizar, o jornalismo local sempre agradou a população que muitas vezes não encontra notícias regionais na TV e assim recorre ao rádio.

“A comunicação na atualidade, é um negócio que transcende os veículos tradicionais. Conjuga ferramentas, informáticas e telecomunicacionais e transita da informação ao entretenimento.”

A proximidade que o radiojornalismo oferece ao ouvinte e a rapidez em obter informações, cativa e fideliza público.
É fato que a objetividade, agilidade, instantaneidade, pontualidade e ritmo na fala estão presentes no radiojornalismo. Enriquecido com a necessidade de informar os acontecimentos que estão acontecendo, com o aperfeiçoamento tecnológico e a possibilidade de alcançar o mundo. Sem contar na multiplicidade das formas da informação (debates, entrevistas, notas, boletins, etc.). Todos esses fatores influenciaram na otimização do radiojornalismo de tal forma, que o auge se encontra no radiojornalismo da web, além da proposta do digital. Depois que isso aconteceu, o rádio disparou em termos de produção, qualidade de programação e principalmente de informação. Ou seja, o radiojornalismo passou por diversas transformações com as inúmeras possibilidades tecnológicas encontradas pela sua frente. A interatividade é vista como uma ligação ente emissor e receptor, o qual está cada dia mais em comunicação com o rádio.
Percebemos assim, que o radiojornalismo contemporâneo está sempre em processo de evolução e segue como tipo de conhecimento essencial para a organização das sociedades complexas. Além disso, o gênero jornalístico tem uma grande marca da intertextualidade e domínio sobre a definição dos limites da atualidade. Em suma, a única coisa que faz mais falta no radiojornalismo e em outros programas é a interatividade, a possibilidade de enviar e de receber, fazendo dos ouvintes grandes aliados neste meio.

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